Jesus não pertence à ordem das criaturas: Ele possui existência eterna e identidade divina.
Introdução
Ao longo da história, surgiram tentativas de honrar Jesus como a primeira e mais elevada criatura, sem confessá-Lo como Deus verdadeiro. A declaração de João 8.58 não permite essa redução. Abraão começou a existir; Jesus diz: “Eu Sou”. O contraste não é apenas entre duas idades, mas entre a existência criada e a existência eterna.
Abraão teve começo
O patriarca foi chamado, sustentado e recebeu promessas. Por maior que fosse, pertencia à criação. Toda grandeza humana continua dependente daquele que concede a vida.
O Filho simplesmente é
Jesus não diz “eu era”, como quem apenas precede Abraão. Emprega uma declaração absoluta que recorda o nome revelado por Deus. Sua vida não foi recebida como a das criaturas; Ele possui vida em Si mesmo.
A eternidade do Filho sustenta nossa salvação
Uma criatura não poderia revelar perfeitamente o Pai, receber adoração universal nem oferecer redenção de valor infinito. O Salvador é suficiente porque Aquele que assumiu nossa natureza é Deus verdadeiro.
Aplicações
- Rejeite toda linguagem que transforme o Filho em criatura superior.
- Adore Jesus com a honra devida ao Deus eterno.
- Descanse na suficiência infinita de Sua obra redentora.
A Igreja não inventou a grandeza do Filho; recebeu-a de Seus próprios lábios. Antes de Abraão, antes do mundo e antes de todos os séculos, Ele é. Por isso, pode salvar perfeitamente.